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O papel da Lua na Magia

23.10.2017

Símbolo do princípio feminino, da fecundidade, das emoções e dos ciclos, a Lua é um dos corpos celestiais mais importantes na magia. Descubra quais são as suas influências e por que ela está tão intimamente ligada à vida na Terra.

 

Sabemos que a Lua desloca grandes massas de água dos oceanos através de sua força gravitacional, porém o que muitos desconhecem é que a Lua também exerce uma profunda influência na vida das pessoas e de todas as coisas que existem neste planeta. Aprender a tirar partido das suas energias e do seu ritmo cíclico significa poder aproveitar ao máximo as energias cósmicas que o Universo oferece.


Para saber mais sobre a influência física da Lua sobre a Terra, não deixe de conferir o post: O guia básico da Lua: origem, movimento e lunação.


A base da magia está justamente nisto, em usar as ferramentas disponíveis ao nosso redor para caminhar em direção ao crescimento e auto-conhecimento não só como seres humanos, mas também como parte de um Todo Universal. E a Lua, através de sua história, revela importantíssimas lições de amadurecimento espiritual que, quando aplicadas à vida pessoal, proporcionam melhorias significativas em todos os campos. 

 

Desta forma é possível manipular a realidade e mudar o destino, como se fosse mágica (e de fato, é mágica)!


Aquele que conhece as fases da Lua pára de nadar contra a maré e passa a acompanhar o fluir dos acontecimentos, harmonizando os seus esforços de acordo com as forças prevalecentes na Natureza. Pois, o microcosmo reflete o macrocosmo ou como diria Hermes Trismegisto:

 

"O que está em baixo é como o que está no alto, para realizar os milagres do Um."


Mas, o que é que a Lua faz na magia afinal?


De acordo com a tradição mágica, a Lua é o astro da interiorização, da meditação, da passagem do tempo, da metamorfose e do desabrochar para uma nova vida plena e próspera. O mago Oberon-Zell Ravenheart, em seu livro Grimório para o aprendiz de feiticeiro, descreve que a Lua é capaz de fazer grandes transformações na vida de uma pessoa, tornando-a mais agradável, amigável, feliz, honrada, alegre e ajudando a remover toda malícia ou maus pensamentos que ela possa ter. 


É possível notar que todas essas características tem sua origem em um amadurecimento pessoal, não é? Na prática, isso significa que a Lua pode ser utilizada para ativar essas energias para os mais variados propósitos mágicos, desde que dentro da premissa original, que é esse movimento de interiorização e transformação, da reforma íntima ou do olhar para dentro de si mesmo.

 

Por exemplo, o Sigilo da Lua (também conhecido como Luna) e o quadrado mágico da Lua são especialmente utilizados para:

 

  • Governar sonhos e ter visões proféticas;

  • Se conectar com a própria alma;

  • Entrar em contato com o princípio feminino;

  • Reafirmar a personalidade;

  • Atrair segurança e prevenir roubos;

  • Trazer ganho monetário;

  • Resolver brigas e afastar inimigos;

  • Controlar emoções e equilibrar oscilações;

  • Obter mudanças e fazer viagens seguras;

  • Obter saúde duradoura;

  • Reavivar lembranças e curar traumas. 

 

Se você ainda não conhece os quadrados mágicos e sigilos planetários, recomendo a leitura de: A origem dos quadrados mágicos e dos sigilos planetários.

 
Já os dias da Lua (segundas-feiras) e as horas da Lua (que acontecem todos os dias, de 3 a 4 vezes por dia) são bons para:

 

  • Trabalhar questões relacionadas à água;

  • Recuperar bens perdidos;

  • Obter visões proféticas e estimular a vidência;

  • Resolver desentendimentos;

  • Atrair o amor.

 

Tânia Gori, em seu livro Bruxaria Natural, acrescenta ainda que as horas da Lua são também particularmente boas para:

 

  • Persuadir pessoas a mudarem de opinião. 

  • Estipular comissões;

  • Fazer viagens e mudanças definitivas;

 

Explicaremos mais sobre dias e horas da Lua em um post exclusivo sobre Correspondências Planetárias, fiquem de olho nas próximas publicações!

 

E o que é que tudo isso tem a ver com a reforma íntima?

 

Bom, o importante a se entender na magia é que todas as coisas são inter-relacionadas e imbuídas de significado. Tudo o que existe serve para despertar um questionamento e uma meditação a respeito de como trabalhar as energias em questão para a evolução espiritual e para a transformação positiva da realidade. 


E como vimos, no caso da Lua, a meditação se dá em torno do olhar para dentro, ou seja, da máxima representação da energia Yin. Yin e Yang são as forças complementares que permeiam o Universo, mantendo todas as coisas num equilíbrio dinâmico e preciso. Tal como Yin está para Yang, a Lua está para o Sol, a luz para a escuridão, o dia para a noite, o visível para o oculto, o quente para o frio, o seco para o úmido, a expansão para a contração, o masculino para feminino e assim por diante.


Então, se você analisar cada atributo mágico da Lua mencionado no tópico anterior, perceberá que tudo o que está relacionado à Lua proporciona um movimento Yin de busca pelo equilíbrio interior, pelo olhar para dentro e conhecer a si mesmo, pelo contato com a própria chama divina. E, ao conhecer o seu íntimo, o ser humano alcança a reafirmação pessoal.

 

Essa mesma confiança também permite que a pessoa defenda com entusiasmo a sua opinião pessoal e suas vontades próprias, por acreditar verdadeiramente no seu valor. E isto faz com que seja possível convencer os outros de que a sua ideia é boa, tornando-a mais aceitável.


É esta reafirmação a responsável por trazer a segurança para a vida do indivíduo, através da confiança em si mesmo. E a auto-confiança, por sua vez, atrai a prosperidade, o amor e mantém a boa saúde. Pois, ao acreditar em seu potencial pessoal, uma pessoa atrai mais daquilo para sua vida (não é à toa que dizem que para atrair o amor, você deve primeiro amar a si mesmo).  


O autoconhecimento adquirido é também o responsável por um aumento do controle emocional e, logo, pela resolução das brigas e dissolução das inimizades. Além disso, ele também estimula a busca pela realização dos próprios sonhos, o que favorece as mudanças de vida, rotina, trabalho e por que não,  o ganho financeiro. Afinal, quando se trabalha com o que ama, o dinheiro sempre vem. 


Através do seu ritmo cíclico, a Lua mostra que as mudanças são parte do ciclo da vida e, graças a elas, o novo pode acontecer. Sem medo de mudar, toda mudança necessária é feita e o impulso para viajar não é contido por medos ou inseguranças. Ou seja, muitas correntes mentais são rompidas. Esta compreensão do ciclo da vida é também de grande ajuda na cura dos traumas antigos, ajudando uma pessoa a deixar para trás o passado e olhar adiante para o futuro promissor. O tempo passa a ser visto de uma forma completamente diferente.


Pois, quando entramos em contato com as profundezas da nossa alma, podemos ver claramente onde vão dar os caminhos do nosso destino, como um leque de realidades possíveis no multiverso. Descobrimos que é possível prever o futuro através da consciência de nossas ações no presente. Ou, ainda, pela interpretação dos sonhos do nosso inconsciente. Podemos não estar prestando atenção conscientemente, mas por dentro, a gente sempre sabe. 


É assim que a Lua nos ensina a ver o passado, o presente e o futuro, através da nossa intuição, que nada mais é do que o momento em que decidimos ouvir a nossa alma. Inclusive, esta é a base dos oráculos, como o tarô, a bola de cristal ou as runas, por exemplo, que são ferramentas para que possamos nos comunicar com nosso Eu interior (ou o do consulente). Os oráculos e todo tipo de vidência ou profecia, são portanto qualidades lunares, que simbolizam a compreensão absoluta do tempo.

 

 Ouvi dizer que Lua também simboliza a passagem do tempo. É verdade?

  
Sim, a Lua pode ser utilizada como representação da passagem do tempo e não só nas práticas mágicas. Você sabia que houve uma época em que as pessoas mediam o tempo com um simples olhar para a Lua? Ao observar as suas fases, nossos antepassados acabaram por perceber que elas acompanham um padrão exato que se repete infalivelmente todos os meses... A Lua é mesmo um relógio bastante conveniente!


Não só pelos seus padrões regulares, mas também por razão da Lua ser o astro com o ciclo mais curto em comparação com os restantes (o Sol, por exemplo, possui um ciclo de 365 dias, enquanto o ciclo da Lua é de 28 dias), portanto é mais fácil perceber e acompanhar os seus movimentos no céu ao longo do tempo. Assim, fica fácil compreender por que o padrão rítmico da Lua foi o modelo primordial dos calendários dos povos primitivos, que eram lunares e não solares como o nosso atual calendário. 


Um dos primeiros calendários astrológicos conhecidos foi criado na Babilônia e se chamava As casas da Lua, mas também os hebreus, gregos, romanos e chineses utilizaram calendários baseados nos ciclos das lunações (períodos entre duas Luas Novas consecutivas), com meses de 28 e 29 dias. A própria palavra mês, que usamos para definir os nossos meses solares, na verdade vem do latim mensis, que por sua vez deriva do Grego men, que significa Lua. Ou seja, um mês é originalmente equivalente ao período de uma Lua, ou lunação. Foi somente depois da criação dos calendários solares que surgiram os meses de 30 e 31 dias, como conhecemos hoje (e que perderam completamente o sentido da raiz da palavra).

  

  

Já os calendários lunares mais elaborados consideram o ciclo lunar de 28 dias, totalizando 13 lunações ao longo de um ano. Dessa forma, existem 13 Luas de 28 dias, totalizando 364 dias. Ao final de cada ano é acrescentado 1 dia extra, para fechar o ano de 365 dias (não existem anos bissextos, como no nosso calendário solar). Um exemplo desses calendários é a Roda do Ano, um calendário avançadíssimo criado pela antiga civilização Maia.

 

Nesse modelo, cada ano tem 52 semanas perfeitas e cada Lua é constituída de quatro semanas perfeitas, cada uma com 7 dias. Cada Lua e cada ano começam em um Domingo e terminam num Sábado. De acordo com a tradição mágica, estes ciclos perfeitos dominam todos os aspectos físicos da vida na Terra.

A Lua como representação dos ciclos biológicos


Apesar de os calendários lunares não serem mais utilizados oficialmente, na magia o seu uso ainda é muito comum. Pois, o acompanhamento da Lua permite que os magos se harmonizem com as energias do Universo e as bruxas mais ainda, pois o ciclo lunar se alinha perfeitamente com o ciclo da menstruação - palavra que, aliás, também tem a mesma origem da palavra Lua (men). Em várias línguas as palavras menstruação e Lua são as mesmas ou são associadas.


Portanto, as mulheres e a Lua possuem uma íntima ligação. É sabido que a mulher que conhece seu signo lunar e acompanha o movimento da Lua pelos seus signos e fases pode perceber não apenas suas flutuações de humor e seus ciclos biológicos, como também o aguçamento de sua sensibilidade e o aumento de sua percepção psíquica. Isso permite que ela tire proveito dessas características ou, ainda, proteja a sua vulnerabilidade de acordo com a fase lunar corrente.


No entanto, não só as mulheres como também os homens tem seus corpos alinhados com os ciclos naturais da Lua. De acordo com os estudos do Biorritmo (análise dos ritmos energéticos e ciclos biológicos, divididos em físico, emocional, intelectual e intuitivo), todos nós passamos por um Ciclo Emocional que, assim como a lunação, ocorre ao longo de 28 dias. 


Sobre a relação entre Lua e emoção


De acordo com estes estudos, o Ciclo Emocional Biorrítmico é alinhado com a fase em que a Lua estava no dia do seu nascimento e leva 28 dias para retornar a essa mesma fase. Isso significa que a fase em que você nasceu corresponde ao dias do mês em que você terá mais energia, sendo este dia o ideal para estabelecer os seus planos, ultrapassar obstáculos, sintetizar os seus pensamentos e tentar alcançar a recompensa dos seus esforços. 


Este ciclo controla especificamente a sensibilidade, sentimentos, emoções, temperamento e tem a capacidade de interferir de forma consciente todo o metabolismo interno humano, processando no nosso intelecto e no nosso físico aquilo que nossa emoção determina. Portanto, Lua e emoções estão intimamente relacionadas, sendo ambas representações da energia Yin.


Quando este ciclo entra em seu ponto de equilíbrio (fase da Lua correspondente ao momento do nascimento), ele transfere essa sensação para os outros ciclos - físico, intelectual e intuitivo -, permitindo um resultado positivo em qualquer outra área da vida. Da mesma forma, quando o ciclo chega à fase oposta, é aquele período em que tudo tende a dar errado.


Na magia, o conhecimento destes ciclos e o alinhamento às energias lunares são portanto uma ferramenta poderosa para uma vida harmônica e próspera.

 


O ciclo biológico responsável pela associação da Lua à fertilidade

  
Não foi preciso muito tempo para que as pessoas vissem que as fases da Lua em mudança constante estavam ligadas, não apenas aos nossos ciclos emocionais, como também ao ciclo da vida e ao crescimento.

 

Como vimos, o ciclo menstrual padrão da mulher, que regula a fertilidade humana, concepção e nascimento, é alinhado com a Lua. Sendo que o período do mês em que a atividade sexual atinge o seu pico é durante a Lua Cheia e, de uma maneira geral, a libido e a atividade sexual são reduzidas durante o período de três dias da Lua Nova. Este ciclo pode ser observado na maioria dos animais, sendo bastante evidente nos amimais marinhos, como caranguejos, lagostas e ostras, que acompanham os ciclos de acasalamento e procriação de acordo com as fases lunares.

 

Foi através dessa observação que a Lua se transformou no arquétipo da fertilidade, da gestação e da feminilidade, sendo que as religiões de maior expressão dão destaque a ela como a divindade Mãe. 

  
A Lua como símbolo do feminino e do poder criativo


Como entidade feminina e fecunda, todas as qualidades Yin estão associadas à Lua: a noite, o frio, a umidade, o subconsciente, o sonho, o psiquismo, a reflexão e tudo que é instável ou transitório. Mas, o poder da criação e todas as qualidades femininas associadas à maternidade e a gestação, tiveram sua origem não só na influência que a Lua tem na fertilidade, mas também em seu papel na história da criação e manutenção da vida na Terra.


Já desde a Antiguidade, os povos pré-históricos que ocuparam a região da Grécia atribuíam a Grande Criação à dança da Deusa Eurinome, cujos movimentos teriam provocado os ventos que separaram a luz da escuridão e os mares do Céu. Coincidência ou não, de acordo com a teoria mais aceita sobre a origem da Lua, foi somente após a origem do nosso satélite que a Terra começou a girar em seu movimento de rotação, criando assim o dia e a noite.


Para saber mais sobre como surgiu a Lua, leia: O guia básico da Lua: origem, movimento e lunação.


Outro ponto importante diretamente relacionado à manutenção da vida é que a Lua influencia o comportamento da água, a nossa principal fonte de vida, através do seu impacto nas marés oceânicas e na precipitação das chuvas. Conforme comprovado recentemente, ela é capaz de influenciar o volume de água das chuvas, o que afeta todo o reino vegetal e animal. Se a Lua deixasse de existir, teríamos mudanças sazonais drásticas, sem falar da possível extinção de toda a vida marinha.


Em vista disso, o que dizer sobre a Mitologia lunar?

 

O fato é que a maioria das culturas considerou a Lua uma entidade feminina, o que nos faz pensar na quantidade de coisas que nós já sabíamos e acabamos nos esquecendo com o passar dos milênios. A Lua era (e é até hoje nas práticas mágicas) a própria Mãe Divina invocada em cultos e rituais para assegurar a fertilidade, o crescimento e a nutrição vegetal, animal e humana. 


Ela controla tanto as marés como os fluxos dos corpos das mulheres, portanto é vista como uma deusa de magia e mistério, adorada em todos os lugares pelas bruxas e magos, que se reúnem em seu nome nos dias de Lua cheia. Acredita-se também que ela é irmã ou esposa do deus Sol, por serem a Lua e o Sol os representantes astrológicos das energias Yin e Yang, que mantém toda a vida em um equilíbrio cíclico de constante movimento.

 

Ela é Hina no Havaí, Ixchel no antigo México, Arianhold para o galeses e Heng-O na China taoísta. O nome Luna, pelo qual é amplamente conhecida, é o equivalente romano para Senhora da Lua. Nesta antiga religião, a deusa mãe Luna é uma das deusas mais vitais para a agricultura, além de ser também um dos três aspectos da deusa tripla. Na Grécia, a deusa tríplice era chamada de Ártemis, Selene e Hécate.


A deusa tríplice da Lua e as fases da vida


Como representante do ciclo da vida, a Lua também cresce, atinge o seu auge, diminui e desaparece por completo antes de crescer novamente. Assim, a ela segue a lei universal do nascimento, morte e renascimento, sendo a representação da passagem da vida para a morte e da morte para a vida. 


Em muitas tradições as três fases principais do seu ciclo representam os processos de nascimento, crescimento e decadência, sendo também personificações da deusa tríplice lunar: a Lua Crescente personifica o aspecto de Donzela, a Lua Cheia o de Mãe e a Lua Minguante o de Anciã.


Como Donzela, a Lua Crescente é uma divindade de grande sedução, com uma sexualidade em florescimento. Neste primeiro grupo temos, por exemplo, a deusa grega Afrodite, a deusa romana Diana e a deusa norueguesa Freia. Estas deusas do amor e da fertilidade também possuem qualidades de inocência, energia criativa, esperança da juventude e vigor e trazem consigo a promessa do que é inovador.

 

À medida em que a Lua atinge toda a sua plenitude, a imagem adquire a forma de Mãe, com os dons da fertilidade, da vida e da abundância. Como Mãe, a Lua Cheia possui as dádivas do crescimento e da expansão, além do poder de conceder fecundidade e permitir que todos os esforços deem frutos. Neste grupo temos Ísis, a grande sacerdotisa e deusa dos egípcios, Selene, a deusa da Lua dos gregos e Ceres, a deusa romana do milho amadurecido.

 

Em sua última fase, enquanto míngua, a Lua é retratada como Anciã. Esta deusa é a feiticeira versada nas artes da magia, com poderes curativos e de transformação de tudo aquilo que passa pelas suas mãos. Neste grupo, que reflete a sabedoria e experiência, estão Lilith, Kali e Hécate, as deusas da Lua das trevas, receadas pelos seus poderes de destruição e morte. Porém, estas deusas também possuem uma vasta sabedoria e maturidade, ensinando-nos a necessidade da reflexão e esclarecimento espiritual.

 

Nas práticas mágicas, são utilizadas as fases da Lua, assim como as deusas correspondentes, de acordo com as energias que se deseja ativar. Portanto, conhecer as influências de cada fase (e face) da Lua um papel bastante importante na vida dos magos.

 

Para conhecer tudo sobre as fases da Lua na magia leia o texto: As fases da Lua e suas aplicações mágicas.

 

 

Considerações finais

 

Como vimos, a Lua na magia é utilizada para simbolizar a noite, introspecção, o contato com a alma e com o subconsciente, o oculto, a ilusão, os sonhos, a vidência e a profecia, o tempo, as lembranças, as emoções, a água, o feminino e a fertilidade, a fecundidade, a gestação, a prosperidade, o ganho financeiro, o amor, a sensibilidade, o carinho, a honra, a bondade, a felicidade, a segurança, a proteção, a amizade, o equilíbrio, a cura, as mudanças, as viagens, as transformações, as fases da vida, os ciclos biológicos, até mesmo a morte e a vida.

 

A sua influência é vasta, profunda e transformadora e é isso que faz dela o astro mais importante da magia! A Lua é a nossa guia na escuridão do desconhecido, na passagem entre os mundos e na viagem ao centro de nós mesmos.

 

Que esta leitura tenha sido uma luz, tal como a luz prateada que emana dela. Até a próxima, amigos!

 

 

 

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