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O guia básico de Amuletos e Talismãs - Parte 2

Você sabia que existe fundamento lógico e científico no preparo de amuletos e talismãs? Através do estudo do magnetismo vital dos objetos, é possível criar campos que neutralizam as energias negativas vindas de emoções e pensamentos. Veja como ultrapassar as barreiras da superstição simplesmente conhecendo um pouco mais sobre estes objetos mágicos.

 

Nota: Este conteúdo precisou ser dividido em duas publicações. Recomendo que, caso ainda não tenha visto a primeira parte, comece por O guia básico de Amuletos e Talismãs - Parte 1.

 

"Os seus talismãs e amuletos funcionavam como verdadeiros acumuladores de forças magnéticas, não só imunizando o campo áurico do indivíduo, como ainda captavam ou dispersavam os fluidos projetados contra o perispírito humano. A pessoa convicta de possuir poderoso objeto, que a livrava das ofensas fluídicas inimigas, também se revigorava psiquicamente (...)!" Ramatís, psicografado por Hercílio Mães (Magia da Redenção, p.106)


De acordo com o espiritualismo, os objetos energizados (tais como amuletos e talismãs) não conseguem evitar acontecimentos determinados pelo carma purificador de uma pessoa. Chamamos isso de lógica das leis evolutivas, ou destino. Porém, também sabemos que toda pessoa determina o próprio destino através de cada ação, atitude e pensamento, não é?


Seguindo esse raciocínio, o funcionamento de talismãs e amuletos também participa da lógica das leis evolutivas, porque esses objetos podem tanto proporcionar uma proteção magnética em torno do dono, como podem despertar estados nervosos em pessoas mais sensíveis, alterando o seu comportamento.

 

Ou seja, a energia desses objetos mágicos é capaz de influenciar as nossas ações, atitudes e pensamentos, de forma positiva ou negativa, traçando nosso caminho nos diversos destinos possíveis. E quanto mais acreditamos no poder desses objetos, mais força agregamos a eles. Então, para que o nosso destino seja próspero, nada melhor do que saber aonde se pisa e para onde se está indo. E estudar é sempre o melhor jeito!

 

Talismãs


A função de um talismã é criar uma aura em torno de seu dono ou de determinado ambiente. Eles rebatem os impactos como se fossem um campo de força e emanam energias que facilitam a realização de desejos. 


Sabendo a diferença entre talismã e amuleto


Um talismã - do grego telesma, "objeto consagrado" -  é um objeto no qual são inseridas qualidades sobrenaturais, o que envolve necessariamente uma pessoa com o conhecimento de como colocar esses poderes mágicos dentro dele. Ou seja, ele é diferente de um amuleto, que já possui qualidades naturalmente. Além disso, os amuletos absorvem e filtram as energias, para desviar as cargas negativas que atingiriam o dono. Já os talismãs tem propriedades ativas que criam um escudo para impedir que as cargas negativas entrem.

 

Através de uma fabricação especial, o talismã se transforma numa ferramenta que realiza funções específicas, como por exemplo conseguir sucesso no trabalho, melhorar a memória, curar uma doença, proteger uma pessoa etc. Isso quer dizer que talismãs são confeccionados e magnetizados única e exclusivamente para desempenhar o papel que o seu dono deseja.

 

Como é a aparência de um talismã?


A maioria dos talismãs é feita no formato de discos de metal para usar como pingente, com símbolos apropriados gravados em cada um dos lados e às vezes compostos com pedras preciosas. Mas, existem formas de gravar os símbolos em papeis especiais ou em objetos, que podem ser transformados em talismãs. Para isso é preciso colocar nessas coisas os signos de poder do modo adequado.

 

 
O que faz com que um objeto seja considerado um talismã (ou um objeto talismânico) é uma delicada combinação de qualidades como o material do qual ele é composto, os símbolos que são colocados nele, o dia e hora em que esses símbolos foram feitos e mais uma infinidade de coisas.


Além disso, existe uma montanha de símbolos que podem ser colocados em talismãs, dependendo da vertente de estudo da pessoa, dos vários graus e das diferentes épocas. De uma forma geral, um verdadeiro talismã deve ter signos para representar a divindade, os 7 astros errantes da Antiguidade (o Sol, a Lua, Mercúrio, Vênus, Marte e Saturno), sigilos (que são nomes ou frases convertidos em uma figura), palavras em runas tebanas, Salmos em latim entre outras coisas.


Todos essas codificações tem a intenção de passar a mensagem somente aos entendidos, protegendo os segredos do divino contra o uso da leitura profana. Essa é uma técnica bastante antiga e pode ser vista no alfabeto hebraico, por exemplo, onde as 72 letras hebraicas foram feitas para representar o nome de Yaveh (Deus) e os nomes dos anjos.

 

 

O estudioso e ocultista Arthur Edward Waite, em seu livro The Mysteries of Magic, publicado em 1897, descreve detalhadamente os símbolos que devem compor um talismã. Segundo ele, no centro de um dos lados deve ser gravado um pentagrama e ao redor, um símbolo para cada um dos  astros errantes: um círculo para o Sol, uma lua crescente para a Lua, um caduceu alado para Mercúrio, um G para Vênus, uma espada para Marte, uma coroa para Júpiter e uma foice para Saturno.

 

O outro lado do talismã deve ter o selo de Salomão (que pode ser substituído pela Roda de Ezequiel) e os nomes dos sete anjos em hebraico (ou num alfabeto mágico), além de posicionar no centro o símbolo do planeta escolhido: uma figura humana para os talismãs do Sol, um cálice para os da Lua, uma cabeça de cachorro para os de Júpiter, uma de leão para os de Marte, uma de um pombo para os de Vênus ou uma de touro para os de Saturno.

 

Os símbolos que Waite descreve em seu livro também lembram aqueles que podemos identificar nos pantáculos. O autor também indica os metais mais apropriados para cada talismã, como veremos bem mais para frente na tabela de correspondências planetárias.


Então Pantáculos são talismãs? 


Pantáculos (e não pentáculos - que são amuletos compostos por estrelas de cinco pontas inscritas em um círculo) são figuras carregadas de fortíssimas egrégoras de conhecimentos científicos e sagrados, e que representam revelações divinas vindas de profunda meditação ao longo de milhares de anos de estudo. São propriamente símbolos irradiadores de energias cósmicas.

 

 
Por isso um pantáculo (por ser uma figura) não é por si só um talismã, mas pode ser usado como símbolo para ser gravado na composição de um. As figuras ativas do pantáculo também tem sido gravadas em papel virgem, couro, tecido ou madeira desde a Antiguidade para serem usadas em rituais. Inclusive, de acordo com o renomado mago do Séc. XIX Eliphas Levi, todos os instrumentos do culto hebraico eram pantáculos, sendo que o próprio Moisés escreveu com ouro e zinco, no tabernáculo e em todos os seu acessórios, a primeira e a última palavra da bíblia. 


Não é segredo pra ninguém que, desde o princípio da História, os conhecimentos mais sagrados precisaram ser codificados para ficarem protegidos e conseguirem atravessar os milênios. Um exemplo disso foi  o que aconteceu durante o império romano, no Séc. III, quando a ciência foi vencida pelo catolicismo fanático. 

 

Nessa época, os grandes pensadores precisavam ou se declarar cristãos ou esconder suas publicações sob pseudônimos para despistar as autoridades.  E foi também por esse motivo que muitos escritos dessa época são em linguagem dificílima de entender ou ainda, em escrita hieroglífica. Nesse tempo, os pantáculos foram usados como ferramenta para resumir uma doutrina inteira num sinal, o que com o tempo os transformou num ponto de apoio forte para projetar a vontade e realizar desejos.


Basicamente, o pantáculo é composto por um selo que contém formas geométricas e letras hebraicas, caracteres cabalísticos ou palavras em latim desenhadas sobre elas, com suas composições feitas para representar determinadas idéias cientificamente associadas a fluidos cósmicos específicos.


Um dos pantáculos mais conhecidos por atrair sucesso e prosperidade é o Primeiro pantáculo do Sol, um dos Selos de SalomãoNele, podemos ver o rosto do grande anjo Metatron, que é o querubim masculino representante de Shaddai (Deus todo-poderoso) e aos lados da figura, o nome El Shaddai. Ao redor está escrito em latim Ecce faciem et figuram ejus per quem omnia facta et cui omnes obedieunt creaturae (Eis o rosto e a forma pelos quais todas as coisas foram feitas, e a quem todas as criaturas obedecem).

 

O rei Salomão foi o maior criador de pantáculos de todos os tempos. A maior coleção conhecida vem do seu grimório, as Clavículas de Salomão (cujos estudos estão guardados no British Museum de Londres). Neste grimório, Salomão também lista uma série de especificações (e bota especificação nisso!) a respeito de como e quando os pantáculos devem ser confeccionados e como devem ser consagrados para que possam ser usados como talismãs. 

 

As Placas Radiônicas


Vimos que durante a Antiguidade e na idade média, os talismãs foram amplamente estudados. Mas o mistério que envolve o seu uso e aplicação tem sido aprofundado constantemente, em diversos campos, até os dias de hoje. Um exemplo disso é a placa radiônica, criada na década de 20 e derivada da continuidade de antigos estudos da geometria sagrada pela radiestesia.


Diferentemente do pantáculos, que reúnem toda uma doutrina em um único signo, as placas radiônicas são símbolos que se baseiam na manipulação e orientação das energias cósmicas a partir do uso de determinadas formas geométricas, assim como acontece com as formas da natureza.

 

radiestesia (que significa sensibilidade às radiações) afirma que tudo o que existe no universo vibra em uma frequência própria, produzindo os mais variados tipos de radiação.  E todas as radiações, as boas e as ruins, passam sobre nossos corpos, o que nos provoca reações físicas, emocionais e intelectuais.

 
O problema, segundo os radiestesistas, é que no mundo atual estamos rodeados de radiações ruins que podem desequilibrar nossas vidas. Alguns exemplos são as antenas de celular, o wi-fi nosso de cada dia, o sistema de esgoto em baixo das cidades, os eletrodomésticos e até mesmo os pensamentos negativos!

 

É justamente por causa de toda essa bagunça que o uso de placas radiônicas se tornou cada vez mais comum, já que a solução foi dada por esses símbolos exclusivamente criados para corrigir a transmissão das radiações prejudiciais, nos protegendo e devolvendo nossa vibração natural.


Uma das placas mais conhecidas é o Símbolo Compensador André Philippe (SCAP), que neutraliza as ondas magnéticas de aparelhos eletrônicos (o talismã que eu mais uso, inclusive, é uma placa SCAP feita em cobre). Por exemplo, você pode usar uma placa dessas de mais ou menos 10x10cm colada no seu notebook para neutralizar as ondas eletromagnéticas produzidas por ele e com isso proteger a sua saúde.

 

 

A SCAP foi criada através das pesquisas de Jean de la Foye sobre ondas de forma, complementadas por anos de pesquisas em numerologia e simbologia, feitas pelo radiestesista francês André Philippe. Através do desenho que ela tem, a placa regula automaticamente as quantidades de ondas necessárias para o equilíbrio perfeito de um ambiente, aparelho, alimento, pessoa, animal ou planta. 


Os Talismãs e as Religiões


Os talismãs estão presentes nas religiões mais antigas do mundo, como o Agnosticismo, a Cabala e o Taoísmo. Até mesmo a Bíblia está cheia de citações sobre eles! De acordo com os cabalistas, os diversos "Selos" citados no livro do Apocalipse fazem clara referência a pantáculos. O próprio Eliphas Levi considera o simbolismo dos pantáculos como sendo a chave para entender todas as mitologias antigas e modernas, afirmando que "se não conhecermos o seu alfabeto hieroglífico, nós nos perderemos nas obscuridades dos Vedas e da Bíblia".

 

De acordo com seu livro Dogma e Ritual da Alta Magia, publicado em 1848, são tantos os pantáculos mágicos presentes no livro do Apocalipse, que os cabalistas podem facilmente encontrar as chaves. Mas, ao rejeitar a ciência no desejo de fortalecer a fé, a Igreja Católica queimou os livros de cabala e de magia, infelizmente deixando as pessoas na ignorância.


Vimos antes que tivemos grandes retrocessos científicos por causa de perseguições religiosas e uma delas foi a contribuição para a perda da Biblioteca de Alexandria, feita para reunir os livros de todos os povos da terra. Uma dica para ter uma ideia do impacto dessa perda é ler esta matéria do professor Fernando Nogueira da Costa, publicada no seu blog de história política: Intolerância Religiosa X Biblioteca de Alexandria


Como consequência, a perda de valiosos conhecimentos ao longo dos anos condenou as pessoas a usar emblemas e caracteres mágicos que não eram mais compreendidos, o que deu origem à superstição. E, como diz Eliphas Levi, a superstição é para os iniciados como a idéia do diabo é para Deus, porque transforma o dogma mais santo em impuro, abandonando os antigos rituais à estupidez. 


Por isso sublinho que um bom praticante de magia deve estudar a fundo a ciência esotérica talismânica, para não cair na superstição e, consequentemente, na ineficiência.

 

O curioso, como vimos antes, é que anos depois, dentro do próprio catolicismo podemos ver vários exemplos de talismãs. Por exemplo a famosa medalha de São Bento, criada para celebrar o 14º centenário do nascimento do Santo, lançada exclusivamente pelo Abade Superior de Monte Cassino em 1880.

 

Conhecida por afastar o mal, oferecer proteção divina e trazer a paz de espírito, a medalha é caracterizada como talismã por ter todos os princípios que um talismã deve conter, incluindo a bênção por um sacerdote com uma oração especial.

 

Na parte frontal da medalha identificamos a energia que o talismã utiliza: a imagem de São Bento, reconhecido por segurar uma cruz em sua mão direita e sua regra para Mosteiros na mão esquerda. Atrás da imagem tem um cálice, de onde saem uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, representando a tentativa de envenenamento e a tentação da carne das quais São Bento se salvou com o sinal da cruz. Ao lado vemos as inscrições Crux S. Partis Benedicti (Cruz de nosso Santo Padre Bento), Eius em obitu nostro praesentia muniamur (Que possamos ser reforçados pela Sua presença na hora de nossa morte!) e ex SM Casino (de Santo Monte Cassino). 


Atrás da medalha está gravada a intenção do talismã. Dentro de uma cruz podemos ver  as gravações CSSML, que significa Crux Sacra Sit Mihi Lux (A cruz sagrada seja minha luz) e NDSMD que quer dizer Non Draco Sit Mihi Dux (Não seja o dragão meu guia). As letras C S P B significam Crux S. Patris Benedicti (cruz de nosso Santo Padre Bento). Acima, a inscrição PAX significa Paz, que é o lema beneditino. As letras ao redor da medalha VRSNSMV - SMQLIVB são as iniciais da frase Vade retro Satana; nunquam suade mihi vana. Sunt mala quae libas. Ipse venena Bibas (Afaste-se Satanás. Nunca me tente com suas vaidades. O que você me oferece é mau. Beba o veneno você mesmo).

 

De acordo com Campbell Bonner em seu livro Studies in Magical Amulets, publicado em 1950, o fato "curioso" de haver talismãs feitos por cristãos não é de forma alguma curioso, porque o cristianismo foi derivado do judaísmo, sendo que as denominações oferecidas por Lucas e Eusébio, na Bíblia, são lembranças significativas do início do movimento que originou o cristianismo. Isso significa que os cristãos dependiam do esquema iconográfico judaico, que tem forte influência dos símbolos usados pelo rei Salomão e Moisés, e quando esses grupos viram os judeus usando talismãs, não viram qualquer desvio teológico nisso e se animaram para fazer o mesmo. 

 

O que dizem os estudos sobre o funcionamento de talismãs?

 

De acordo com a psicometria, o magnetismo do homem existe em todos os objetos, vegetais e minerais que o cercam. E em torno de todas as coisas do mundo material, permanece uma aura radiante e magnética. A aura exalada das coisas e dos seres é tão forte, que os sensitivos podem distinguir, sem olhar, um matadouro (pela irradiação gerada no massacre dos animais) de uma igreja (que tem o suave magnetismo das orações).


Isso nos revela a existência das auras boas ou más, saudáveis ou doentes, mansas ou agressivas, derivadas dos seres e das coisas do mundo. Na continuidade do estudo, a psicometria também mostra que tanto as auras positivas como as negativas podem ser alteradas ou reforçadas por outras cargas de magnetismo bom ou mau. E é nesse aspecto que se encaixa a irradiação de objetos preparados, como é o caso dos talismãs.

 
Um verdadeiro especialista sabe que para fazer um ritual, cada objeto tem que ter uma conexão simbólica com a idéia e com a intenção da cerimônia. Para a fabricação de objetos mágicos, não é diferente! Os materiais, símbolos e cores têm virtudes próprias, armazenando ou criando a energia necessária para cumprir os resultados desejados, por isso um talismã que realmente funciona é obrigatoriamente baseado nas correspondências dos assuntos. 


Em relação aos símbolos, para algumas linhas de estudo é utilizada a força da geometria e da forma, para outras a correspondência planetária, onde cada assunto é associado a um planeta e cada planeta possui seus símbolos ou caracteres. A falta de conhecimento nesses assuntos pode fazer com que o talismã não consiga resultado algum ou, pior, que crie resultados contrários ao desejado por causa dos conflitos planetários que podem acontecer.


Quanto à fabricação, pela correspondência cada planeta é também associado a uma cor e um metal, então os talismãs que refletem os assuntos desejados devem ser feitos desses metais ou, pelo menos, pintados dessa cor. Como cada planeta também tem um dia e hora associados, para funcionar, o talismã deve ser feito no dia e hora apropriados.


O seu próprio talismã


Ao escolher o seu talismã, você deve procurar dentro do seu coração quais são os atributos que você quer atrair ou qual é a ajuda exata que você precisa no momento. Tendo definido o propósito do talismã, é só procurar todas as correspondências nesse assunto e identificar os símbolos, os materiais e as representações divinas que deverão ser gravados nele, bem como a data e horário favoráveis para sua confecção. 

 

Encontre estas informações no texto: O Guia Básico de Correspondências Planetárias

 

Já se você for comprar um talismã, outro ponto importante é conhecer a sua procedência antes de usá-los, principalmente os que possuem jóias, porque elas conseguem guardar as influências boas ou más dos fluidos gerados pelo dono anterior. Os grandes iniciados desaconselham a compra de objetos ou jóias de outras pessoas que tenham tido uma vida infeliz. Apesar disso, existe um processo de magia capaz de limpar a aura de objetos de segunda mão, chamado banimento

 

Confira tudo em Elaborando um ritual: como fazer o banimento de objetos.


Por outro lado, se você não puder comprar um talismã feito por um especialista (friso: alguém de confiança que realmente entenda do assunto), você pode estudar bastante  e confeccionar o seu. Mas tome muito cuidado no processo, pois as forças universais devem estar em perfeita harmonia com aquelas que você deseja atrair.

 

Aliás, os talismãs mais poderosos são feitos pela própria pessoa, personalizados com seu sigilo pessoal,  pois eles se tornam objetos que conseguem catalisar os fluidos bons ou maus do próprio dono. Os talismãs pessoais, quando são usados por outras pessoas, não funcionam. Isso acontece porque a sua freqüência vibratória está intimamente vinculada ao seu primeiro dono.

 

Se você for realmente se aventurar a fazer o seu talismã, vale a pena ler o nosso Tutorial: como confeccionar talismãs com sigilos planetários.


Para fechar nosso guia básico de Amuletos e Talismãs

 

A evolução humana se faz por espiral, em ciclos gradativos. Tudo o que hoje é posto de lado pela ciência como superstição, amanhã é novamente estudado e tem o seu fundamento verdadeiro revelado. Segundo os espiritualistas, quando os cientistas descobrirem como influenciar o psiquismo humano, será possível construir aparelhos de alta frequência que alcancem a consciência e eliminem estados depressivos, concentrem energias defensivas e rebatam cargas ameaçadoras, assim como fazer os amuletos e  talismãs na magia.

 

Porém, é claro que um amuleto ou talismã (seja ele científico ou sobrenatural) é inútil se o seu dono continua a produzir maus pensamentos ou sentimentos ruins em relação ao próximo. Maus pensamentos só podem atrair maus pensamentos.


Por isso, não adianta nada usar objetos mágicos para determinados fins se as suas atitudes não são merecedoras dessas maravilhas! Isso inclui não só manter bons pensamentos, como também levantar a bunda da cadeira e tomar alguma atitude para que o que você deseja atrair realmente aconteça. Ou seja, se você fizer um amuleto para ter sorte no amor, você precisa em primeiro lugar se amar e depois, no mínimo, sair de casa para ser visto!


Em relação ao uso, tanto os amuletos como os talismãs podem ser usados por uma pessoa ou posicionados em casa ou no trabalho, mas vale lembrar que você está lidando com energias cósmicas, por isso deve usar o bom senso e o respeito (em português claro: não leve objetos mágicos para encher a cara na balada).


Uma dica preciosa para quando usar um amuleto ou talismã é lembrar de agradecer mesmo antes que os seus pedidos tenham sido realizados. O sentimento de gratidão é capaz de fortificar energias positivas. 


E com isso, fechamos nosso guia básico. Espero que este material tenha sido útil! Qualquer dúvida ou informação para acrescentar, deixe nos comentários <3 
 

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