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O guia básico de Amuletos e Talismãs - Parte 1

Eles podem ser usados para atrair um amor, ter prosperidade financeira, passar no vestibular, proteger contra mau-olhado, melhorar a saúde ou estimular certos aspectos como timidez, sensualidade, concentração, entre muitas outras coisas. Mas você sabe de onde vieram, por quê funcionam e como usar estes poderosos objetos mágicos?

 

"Antes que houvesse escrita, havia desenhos. O desejo de controlar as forças da natureza levou os humanos paleolíticos a criar imagens do mundo que os rodeava. Se os deuses fizeram o mundo, a imitação gráfica era um ato divino que trazia consigo a ilusão do poder." Leonard Shlain (The Alphabet versus the Goddess: The Conflict Between Word and Image, p.45)


Desde os confins do tempo, sabemos que o Homem criou símbolos e objetos cheios de valores afetivos e culturais para expressar sua história, cultura e civilização. Com o passar do tempo, esses valores foram se agregando aos próprios símbolos e objetos, o que acabou transmutando a energia que eles emanam. Graças à força que eles tiveram para atravessar os milênios é que hoje podemos compreender um pouquinho mais sobre a evolução da Humanidade. 

 

Quando os valores afetivos e culturais mudam a energia dos objetos, chamamos isso de egrégora, que é algo como o pensamento coletivo, uma força espiritual formada a partir da soma de energias coletivas e capaz de influenciar o meio ao seu redor. Aliás, muitos acreditam que essa é a raiz do poder da Fé e da Magia.


O fato é que, durante a nossa história, na busca de soluções para os problemas de saúde/afetivos/financeiros que enfrentamos, fomos buscar símbolos e objetos que tinham em suas egrégoras as representações protetoras e enérgicas que nos tirassem da enrascada em que nos metemos. A boa notícia é que percebemos que isso trazia benefícios para o organismo, vida social, emocional e muitos outros campos da existência humana... 


Apesar de um objeto não ser capaz de repelir os maus espíritos por si só, sabemos hoje que nossa própria gratidão, atitude e fé é capaz de energizar qualquer matéria ao nosso redor, dando força às nossas intenções. E foi assim que, inconscientemente, inventamos o princípio ativo dos amuletos e talismãs usados até os dias de hoje em tantas culturas e religiões. 


Vamos conhecer um pouquinho mais sobre cada um deles?


Amuletos


O trabalho dos amuletos é basicamente absorver as forças negativas projetadas contra o seu dono, evitando que elas se espalhem pela aura. Mas eles também são capazes de ampliar as energias positivas e com isso atrair a boa sorte. 


Mas, como é um amuleto? 


Tradicionalmente, um amuleto é feito de pequenos objetos (geralmente naturais - de origem mineral, animal ou vegetal) com virtudes mágicas para evitar a má sorte e a doença. Eles podem ser pedras, cristais, fósseis, conchas, meteoritos, ervas, folhas, entre muitas outras coisas. Essas propriedades mágicas são consideradas parte da essência ou natureza desses objetos e tem sido estudadas desde tempos imemoriais! 

 

 

A palavra amuleto  (do latim amuletum, "meio de defesa" ) foi usada pela primeira vez pelo naturalista romano Plínio, o Velho, em sua enciclopédia História Natural publicada no ano 77 d.C., onde ele descreve os usos medicinais, culturais e mágicos de uma enorme quantidade de objetos naturais. Mas, o buraco é bem mais em baixo... 


Trocadilhos arqueológicos à parte, conforme acompanhamos as escavações, percebemos que foram os Neandertais (espécie humana extinta há quase 30.000 anos) os primeiros homens que utilizaram as ervas de poder, amuletos, ossos e pedras curativas em rituais xamânicos. Foram encontrados indícios arqueológicos dos primeiros usos de ervas mágicas há 60.000 anos!


Então ervas e plantas podem ser Amuletos? 


Sim! E digo mais, tenho certeza que você já conhece um bocado delas. Lembra da Espada de São Jorge plantada no jardim da sua avó?

Essa planta já era conhecida pelos primeiros povos africanos como valiosa erva de poder. Era usada em práticas mágicas, religiosas e terapêuticas, na forma de florais (remédios diluídos), defumações, banhos e amuletos pessoais ou em locais que precisassem das suas propriedades energéticas.

 

A Espada de São Jorge é conhecida pelos praticantes de Umbanda e Candomblé como Espada de Ogum (orixá guerreiro que rege o fogo, o movimento e a abertura dos caminhos). Mas, como durante os tempos do Brasil-colônia os escravos africanos não podiam cultuar abertamente seus orixás, o santo guerreiro São Jorge, cultuado no catolicismo, foi assumido como representação de Ogum graças às semelhanças entre os dois. 

 

Vale lembrar também que a figura do cavaleiro armado, montado sobre o cavalo e derrotando o inimigo, era um símbolo natural de vitória no Oriente Médio por volta de 300 A.C. e diretamente associada ao rei Salomão, que tinha o poder de submeter os demônios que causavam o mal para os seres humanos. Sabemos que o Oriente Médio teve forte influência das culturas do norte da África e vice-versa, por isso é interessante observar como as egrégoras ganham poder ao longo da história. 


Voltando à analogia, as folhas pontiagudas da Espada de São Jorge são associadas a uma espada com o poder de cortar as energias negativas, agindo como purificador energético de locais e pessoas. Por ser associada à figura do guerreiro, a planta protege do mal, combate a inveja e absorve pensamentos pessimistas, permitindo que flua a coragem, o ânimo e a perseverança, cuidando da casa e dos seus habitantes. 


De fato, não faz muito tempo saiu um estudo da NASA no site da BBC, onde o pesquisador Bill Wolverton confirmou as propriedades da Espada de São Jorge em purificar o ar de poluentes como benzeno, xileno, formaleído, toluene e tricloroetileno

 

O que é realmente muito interessante, pois conforme estudamos a radiação, vemos que os poluentes enchem nossos corpos com cargas nocivas, causando diversos desequilíbrios em nossa saúde e nossa mente, nos colocando em um círculo vicioso de negatividade, o que inevitavelmente afasta a boa sorte e nos deixa vulneráveis a influências externas. Quem estuda sabe que a magia realmente faz sentido!


Depois disso tudo, não é de se admirar que a tradição recomenda plantar Espadas de São Jorge nas entradas das casas (nos jardins ou do lado de dentro, em vasos). Além disso, as folhas secas também podem ser levadas com a pessoa para atrair boa sorte e proteção. Mas esse foi apenas um exemplo no meio de muitos! Vamos relembrar as propriedades sobrenaturais das raízes e ervas mais famosas?

 

Além do uso em amuletos, as plantas, ervas e raízes tem um grande leque de utilidades que todo mago moderno deve conhecer.

 

Uma dica valiosa é ter em casa um jardim mágico (seja no quintal, na varanda do apartamento ou numa parede da cozinha), para que aos poucos você consiga introduzir as ervas no seu dia-a-dia, tornando a sua vida muito mais saudável e feliz! Mas, se você não tiver condições de ter plantas em casa, um armário de ervas ou até mesmo uma gaveta com ervas secas pode ser uma solução.  

 

Para conhecer tudo sobre esse assunto, acompanhe nossas publicações na categoria Herbário - A sabedoria das plantas.


Fique sabendo que pedras e minerais também são ótimos amuletos!


A tradição mística diz que a antiga civilização Atlântida já utilizava pedras e cristais para a cura, meditação, canalização de energias e em comunicações telepáticas com outros seres interdimensionais. Diz a lenda que foram os sobreviventes de Atlântida os fundadores das primeiras civilizações que conhecemos hoje, como a egípcia, por exemplo. Coincidência ou não, podemos encontrar o uso de pedras mágicas no Antigo Egito, além da Babilônia, antigas Grécia e Roma, na América Pré-colombiana e até mesmo entre os budistas.

 

O Lápis-lazúlis é exemplo de uma das pedras mais usadas por todas essas diferentes culturas citadas, sendo que as mais antigas minas do mundo datam do ano 4.000 a.C! A pedra era tão respeitada por seus poderes sobrenaturais que, no Egito, somente os faraós e sacerdotes tinham o direito de utilizá-la em jóias e enfeites ou em formato de pó para tingir roupas, fazer elixires e maquiagens.

 

O uso do Lápis-lazúli era muito frequente em amuletos, sendo que o sumo sacerdote do Egito usava um colar com um pingente dessa pedra e até mesmo os mais altos sacerdotes de Israel usavam ela em seu peito. É bastante provável que os povos antigos já soubessem do poder que a pedra tem quando é usada no pescoço. Como a garganta é o centro energético responsável pela verbalização, ela favorece todas as atividades relacionadas com a comunicação.

 

De acordo com a sabedoria do reiki, a pedra auxilia a equilibrar o chakra laríngeo (de a cor azul claro, posicionado na garganta), que é o canal entre a mente e o coração e favorece a comunicação espiritual. A nível de saúde, a pedra tem fortes poderes de cura nos processos relacionados com a garganta e a tireoide. Por essa razão o Lápis-lazúli é o amuleto dos oradores como os sacerdotes, professores e políticos. Além disso, ele é ótimo para solucionar mal entendidos nos relacionamentos ou ganhar confiança para falar em público.


Outra característica da pedra é sua ligação com a mente, por sua influência no chakra frontal (que tem a cor azul índigo e fica na testa). Quando usada sobre esse chakra, ela funciona como um poderoso amplificador de pensamento, alinhando o corpo com a mente e aumentando as habilidades psíquicas. Da mesma forma, no Antigo Egito a meditação com Lápis-lazúli permitia atingir os níveis mais profundos de ligação ao universo. 
 

Mas esse foi apenas um exemplo entre muitas outras pedras que possuem aura benéfica. Veja a ilustração que preparamos pra você memorizar algumas delas:

 

 

Para quem quiser conhecer esse tema mais a fundo, eu recomendo o livro A bíblia dos cristais - o guia definitivo dos cristais, de Judy Hall.

Algumas dessas pedras você encontra facilmente em lojas especializadas ou lojas de artigos esotéricos, já as pedras preciosas são um pouquinho mais difíceis ($$$) de conseguir, mas não impossíveis! No meu caso, ganhei de herança um colar com uma pedrinha de rubi que foi de minha mãe (<3).


E os amuletos figurativos?

 

Além dos amuletos de origem natural, durante a História foram criados incontáveis amuletos esculpidos baseados em imagens simbólicas.

 

No período Paleolítico a arte era intimamente relacionada ao campo espiritual. Nessa época, o artista fazia a mediação entre realidade e arte divina, e por isso era considerado um ser iluminado que possuía poderes mágicos.


O homem do paleolítico se preocupava com a capacidade de atuação dos objetos no mundo sobrenatural, assim muitas pequenas esculturas de pedra com a forma feminina ou de animais foram produzidas para funcionar como amuletos e símbolos religiosos mágicos que eram utilizados em rituais e cultos.


No período seguinte, o Neolítico, foram criadas novas técnicas, como a cozedura do barro. E já no primeiro forno de que se tem conhecimento, foram escavados amuletos cerâmicos mais elaborados. A partir daí, o costume de esculpir amuletos se espalhou por todas as primeiras civilizações. Os antigos egípcios, assírios, babilônicos, árabes, hebreus, gregos e romanos criaram e passaram seus amuletos de geração para geração. Alguns deles são usados até hoje! 

Um amuleto antigo que eu vejo muito hoje em dia é o panchang, também conhecido como nó infinito. O panchang é um dos Oito símbolos auspiciosos do budismo. Seu desenho sem começo nem fim representa o ciclo natural da existência, o nascimento, a morte e a vida eterna. Simboliza a inter-relação de todos os fenômenos, a comunicação entre todos os caminhos, a causa e o efeito.

 

Se considera que é preciso alinhar-se com esses valores para obter resultados positivos e que o símbolo foi feito para proporcionar essa sintonia. Ele traz boa sorte, vida longa e fortalece o amor correspondido. Além disso, como a palavra chinesa para nó tem a mesma pronúncia da palavra felicidade, este amuleto também representa a “felicidade infinita”. O nó infinito é muito usado em jóias, como pingentes e anéis, mas também é bastante popular na decoração de ambientes.

 

 

Sobre aquela briguinha entre amuletos e religião


Amuletos são objetos tão fortes na cultura humana, que quase todas as religiões têm seus amuletos populares. Mesmo aqueles que dizem ser contra o uso de amuletos, como os cristãos, possuem símbolos de Fé que proporcionam proteção ou emanam a energia do amor divino, o que é exatamente a mesma coisa. Podemos citar como amuletos cristãos, os crucifixos, os pingentes de peixes e os frascos de água do rio Jordão. 

 

Inclusive, o amuleto tradicional usado pelos católicos, o crucifixo, tem uma origem curiosa. O símbolo já existia muito antes do nascimento de Jesus, sendo que sua forma vem da letra T ou Tau, que era o símbolo místico dos Caldeus (nação que viveu na mesopotâmia por volta de 1.000 anos antes de Cristo) e simbolizava Tamuz, o deus-sol.  Nesse tempo, era comum que reis assírios e caldeus usassem pingentes em forma de cruz. Também os sumérios, egípcios e celtas usavam símbolos muito parecidos.

 

A passagem dos símbolos pagãos de outros povos para Roma foi resultado das conquistas militares durante o Império Romano. Moedas do tempo do Imperador Constantino mostram a cruz ao lado de símbolos dos deuses greco-romanos Marte (deus da guerra) e Apolo (deus das profecias, da medicina e da música). E muitos costumes de origem pagã foram assimilados pela Igreja de Roma, sendo um deles o uso do crucifixo. As antigas vestais (sacerdotisas que cultuavam a deusa Vesta) usavam ao pescoço um colar com o Tau, igual aos que as freiras católico-romanas usam hoje. 

 

Sabemos também que, historicamente, a pena de morte em Roma no tempo de Cristo era pregar pessoas em estacas, não em cruzes. É provável que a forma em cruz tenha sido adaptada depois para se encaixar às crenças existentes, numa tentativa de trazer o maior número possível de pagãos para o cristianismo quando o imperador se converteu para essa religião. Uma evidência disso é que a cruz romana não tinha muita importância antes da criação da doutrina Papal, no Concílio de Niceia em 325 d.C., quando o Bispo de Roma passou a ter domínio sobre os outros bispos. Já a legislação que elevou o crucifixo à categoria de  objeto venerado foi assinada depois do Concílio de Constantinopla, em 381 d.C.

 

 

O que podemos aprender com essa história é que, no fundo, estamos sempre ressignificando símbolos, pois eles tem poderes imbuídos que saberíamos identificar sem preconceitos se tivéssemos nossos olhos sempre atentos. Precisamos, como magos, conhecer mais sobre outras culturas e seus objetos mágicos, pois cada crença tem seus próprios símbolos cheios de egrégoras poderosas. 

 

Independentemente das diferenças religiosas, vimos até agora que a virtude dos amuletos vem daquilo que projetamos sobre eles ao longo dos milênios. E como objetos de proteção e boa sorte que são, obviamente funcionam através das energias de amor, felicidade e prosperidade que nossos antepassados colocaram neles. Por isso, quando acreditamos na força de um amuleto, reforçamos mais um pouquinho o seu poder, pela ligação energética que temos com tudo e com todos nesse mundão de Deus (ou deuses, ou deusa! Como você preferir).


O importante é estudar o máximo possível para escolher aquele amuleto que mais combina com você e não se apegar aos preconceitos. Vamos tentar abrir os olhos para perceber que a diferença da nossa religião para a religião do nosso coleguinha, muitas vezes não passa de um mero termo linguístico. 


E como é que os amuletos funcionam, afinal? 

 

Muitos estudos procuraram identificar o funcionamento dos amuletos: de acordo com a psicometria  (habilidade de ler impressões energéticas em objetos) e com base no que foi considerado por Einstein sobre a verdadeira natureza da matéria, foi possível dizer que os objetos materiais são núcleos de energia condensada e tanto possuem energia própria como podem ficar impregnados de energias externas. 

 

Para saber mais sobre esse assunto, vale a pena pesquisar sobre metafísica. Uma dica é começar pelo conjunto de 6 vídeos com a gravação completa da palestra do físico suíço Nassim Haramein no evento Cosmos Fest, que aconteceu na Espanha em 2010 (confira o primeiro vídeo neste link: Part 1 Infelizmente a palestra está toda em inglês e ainda sem legendas, por isso quem souber de links com os vídeos legendados, por favor, compartilhe com a gente nos comentários!)


Bom, a partir dos estudos metafísicos, a egrégora que tínhamos identificado durante nossa trajetória (aquela que eu citei lá no comecinho do texto) começou a ter embasamento científico. Ou seja, entendemos que amuletos nada mais são do que objetos que recebem carga energética extra a partir da soma de energias coletivas, sendo capazes de ampliar as forças positivas e desviar as negativas através da absorção, protegendo o campo aúrico da pessoa. Por isso, quanto mais consolidadas forem as propriedades do objeto, mais poderoso vai ser o amuleto. 


Um exemplo simples são aqueles cartões de santinhos, com orações escritas. A força que foi colocada na oração ao longo dos anos (a egrégora que as palavras carregam) confere poderes de proteção ao seu dono. Você pode fazer um amuleto mais simples ainda copiando uma oração famosa em um pedaço de papel e levando com você dentro da carteira. O poder desse amuleto vai estar na força de milhares de pessoas que acreditaram nessa oração ao longo de centenas de anos.

 

Portanto, na prática, qualquer objeto pode vir a ser um amuleto, porém suas propriedades originais e aquilo que ele absorve durante sua história é que vão definir a intensidade das energia que ele emana. 


Hall da fama dos amuletos


Como cada cultura acredita em uma coisa diferente, existem muitos (MUITOS!) amuletos famosos pelo mundo. Separei alguns pra você conhecer:

O seu amuleto pessoal


Agora que você já conhece mais sobre esses objetos mágicos, ficou mais fácil decidir como vai ser o seu?

Uma dica é começar definindo o que é que você precisa, para só depois escolher o objeto de acordo com a necessidade. Você pode comprar um amuleto já pronto com o qual você se identifique ou pode fazer o seu próprio amuleto.


Amuletos podem ser furados e pendurados em um cordão para serem usados em forma de colar, guardados em um gris-gris (espécie de bolsinha que se usa em torno do pescoço) ou levados em um patuá (saquinho que se prende no interior das roupas e que deve permanecer em contato com a pele). Podem ser utilizados em jóias como anéis, brincos ou pulseiras. 


Um bom mago faz seus amuletos com as próprias mãos, por isso minha dica é: desperte a criatividade que há em você! Uma artesã inspiradora é a Cheryl Lee Myers. Em sua marca de jóias e esculturas chamada ElementalUrchin, a artista estadunidense utiliza elementos minerais e animais que funcionam como poderosos amuletos por suas características figurativas combinadas à força das pedras.

 

 
Se você gostou dessas imagens, assim como eu, além de se inspirar você também pode comprar os produtos da ElementalUrchin pela Etsy (EBA)! Agora, se você não tem como comprar, mas também não tem dotes artísticos muito desenvolvidos, não se preocupe. Qualquer pessoa é capaz de fazer um amuleto de maneira simples, sem precisar de talentos especiais. O mais importante é conhecer as propriedades de cada objeto, para utilizá-lo da maneira correta. 


Para se beneficiar das propriedades de um amuleto, além de levá-lo sempre com você, uma dica é observar o material que foi usado em sua confecção. Na hora de comprar ou fazer o seu, dê preferência aos materiais condutores de energia como a pedra, o metal ou o vidro, por exemplo. Além disso, é melhor evitar amuletos feitos de plástico, borracha e resina, por serem maus condutores. Afinal de contas, para funcionar, o amuleto deve ser capaz de absorver e ampliar energias!  

 

Quer fazer o seu próprio amuleto, mas não sabe por onde começar? Dá só uma olhada nessas belezuras de dicas na nossa categoria Faça você mesmo.


Usando um amuleto


Como boa bruxinha que sou, o meu amuleto pessoal é um pentagrama em forma de pingente. É banhado a ouro e foi ativado durante um ritual numa escola de magia que eu frequentava quando morava no Brasil. Toda vez que eu preciso fazer uma leitura de tarô ou baralho cigano, por exemplo, eu ativo o meu amuleto para minha proteção e para aguçar os cinco sentidos.


É importante purificar e consagrar o seu amuleto antes de começar a usar, para que ele cumpra sua função protetora e fique livre das energias de outras pessoas. Isso pode ser feito tanto por alguém experiente quanto por você mesmo. Sempre que o seu amuleto ficar sobrecarregado (ou seja, quando ele te livrar de poucas e boas), faça uma limpeza energética para garantir o melhor desempenho.

 

Para aprender a fazer tudo isso, comece lendo Banimento, purificação, consagração e limpeza de objetos mágicos: quando e por quê você deve fazer essas coisas?


Nota: Este conteúdo é bastante extenso e o guia básico de Amuletos e Talismãs precisou ser dividido em duas publicações. Se está gostando continue lendo em O guia básico de Amuletos e Talismãs - Parte 2. E se tiver qualquer informação para acrescentar, deixe nos comentários, toda contribuição para aprendermos mais sobre magia é sempre bem vinda!

 

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